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No dia 05 de setembro comemoramos o dia internacional da mulher indígena. Mulheres que estão a frente de muitas lutas, como a da criação dos filhos, muitas vezes sozinha, a da agricultura familiar, a dos cuidados da casa e das crianças ao redor, a da retomada de suas terras, a contra a violência de gênero e racial. Mulheres que unidas, mesmo com tantos afazeres diários, criaram a premiada rede Pelas Mulheres Indígenas em 2014 e que permanece firme e forte até hoje. Após a criação da rede, colhemos frutos como um livro protagonizado por essas mulheres e também uma rádio, a Rádia Cunhã. Dia 21 de setembro também foi o dia da árvore, tão importante e representantiva para a cultura indígena. Mulheres e árvores: com raízes, tronco, folhas, frutos e flores. Se bem cuidadas, a colheita é farta.

Pataxó Cumuruxatiba

Neste mês o Ponto de Cultura Indígena da aldeia 2 irmãos, Pataxó Cumuruxatiba, vivenciou muitas atividades distintas: participou de encontros de mulheres, não só indígenas, mas também quilombolas e pescadoras. Também foi trazido à tona a questão da agricultura familiar, e parece que os Pataxó estão se articulando para participar da feira de agricultura familiar na região.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Kariri-Xocó

Os Kariri encontraram uma maneira divertida para difundir a língua Kariri Kipea, criaram um grupo que já conta com 96 integrantes, e vêm utilizando os emojis do whatsapp para potencializar o aprendizado. 

 

Pataxó Hahahãe

Colaboradores da rede

5o Encontro Nacional de Estudantes Indígenas que a jornalista e doutoranda Joana Brandão esteve presente.

Alguns jovens que participaram do projeto (e ainda participam do grupo!) Força Indígena Jovem se encontraram neste mês!

Todas essas informações foram trocadas no grupo do whatsapp PCI rede transcultural, criado com objetivo de ser uma comunidade colaborativa de aprendizagem, reunindo integrantes dos 8 Pontos de Cultura Indígena do Nordeste. Diariamente são postadas notícias sobre o andamento das atividades em cada Ponto, o dia a dia dentro das comunidades, a cultura vivenciada em cada pequeno detalhe do cotidiano das aldeias, histórias dos anciões, o brincar das crianças e a luta indígena pela reivindicação de seus direitos e território.

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